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04/02/2014 - 15h05

Engenheiros aliados foram decisivos para o fim da 2ª Guerra

da Livraria da Folha

Em um determinado momento da Segunda Guerra Mundial (1939-45), a vitória do Eixo –Alemanha, Itália e Japão– parecia inevitável. As armas de Hitler e a estratégia dos generais alemães eram mais eficientes do que a dos Aliados.

No início de 1943, Franklin Delano Roosevelt (1882-1945), então presidente dos EUA, e Winston Churchill (1874- 1965), primeiro-ministro do Reino Unido, se reuniram em Casablanca, no Marrocos, com a intenção de mudar os rumos da história.

Divulgação
Kennedy procura iluminar o esforço daqueles que chama de "solucionadores de problemas"
Kennedy procura iluminar o esforço dos "solucionadores de problemas"

A derrota da blitzkrieg nazista, o controle das rotas no Atlântico e do espaço aéreo na Europa ocidental e central e o fim do imperialismo japonês no Pacífico estavam entre as maiores dificuldades.

Cientistas, engenheiros, soldados e homens de negócios tornaram possível a estratégia otimista estabelecida pelos líderes aliados. A importância desses "solucionadores de problemas" é retratada pelo historiador Paul Kennedy no livro "Engenheiros da Vitória".

Esses foram os responsáveis por criar um radar em miniatura, um morteiro múltiplo de granadas de curta distância e jatos mais velozes que os da Luftwaffe. Meses depois do encontro em Casablanca, a guerra havia mudado.

Professor de história das relações internacionais na Universidade Yale, Kennedy é autor de 13 livros, entre eles "Ascensão e Queda das Grandes Potências". O conflito entre o Eixo e os Aliados levou morte e destruição para quase todas as partes do planeta. A Segunda Guerra Mundial faz jus ao nome.

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ENGENHEIROS DA VITÓRIA
AUTOR Paul Kennedy
EDITORA Companhia das Letras
QUANTO R$ 49,90 (preço promocional*)

* Atenção: Preço válido por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques.

 
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