Saltar para o conteúdo principal
 
20/05/2011 - 19h00

Livro renova seu arsenal de desculpas; veja algumas

da Livraria da Folha

Algumas desculpas se tornaram conhecidas demais para serem usadas. Mas, como encontrar outra maneira para justificar o injustificável? Guca Domenico, em "1001 Desculpas Esfarrapadas", defende que é possível fugir dos clichês como "isso nunca me aconteceu antes", "o cachorro comeu minha prova" ou "se o e-mail não chegou, a culpa é do webmaster".

Divulgação
Reúne inúmeras opções de desculpas usadas nas mais variadas situações
Livro reúne inúmeras desculpas para as mais variadas situações

O bom e velho "isso nunca me aconteceu antes" pode até ser verdade --em pelo menos uma oportunidade ela será--, difícil é ser levado a sério. Para a ocasião, o livro indica: "vou parar com as sessões de análise... não estou mais me concentrando nas coisas, só penso na minha mãe, na educação castradora que tive."

Na escola, o autor recomenda trocar o apetite do cachorro pelo desleixo da família: "o trabalho estava pronto, deixei na estante da sala, mas minha irmã confundiu com o dela e levou para o colégio. E agora, professora?". O princípio é o mesmo, porém, a nova roupagem é mais verossímil.

Siga a Livraria da Folha no Twitter
Siga a Livraria da Folha no Twitter

O atraso pode ser um problema para alguns chefes. Em vez de culpar o trânsito das grandes cidades, Domenico sugere esta: "a moça do recenseamento chegou um pouco antes das 7 horas e disse que ficaria 15 minutos, no máximo, mas começou a perguntar, perguntar... quando dei por mim já passava do meio-dia."

Em formato de bolso, "1001 Desculpas Esfarrapadas" reúne um arsenal de novas opções para as situações mais inusitadas da vida cotidiana. Com bons exemplos e uma pitada de imaginação, o leitor poderá criar seus próprios pretextos e justificações exclusivas.

*

"1001 Desculpas Esfarrapadas"
Autor: Guca Domenico
Editora: Claridade
Páginas: 80
Quanto: R$ 14,45 (preço promocional)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

 
Voltar ao topo da página