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16/04/2012 - 20h30

Companhia cobrou o valor dos botões de músico morto no Titanic

da Livraria da Folha

Nenhum dos integrantes da orquestra do Titanic sobreviveu ao naufrágio. A história de que os músicos tocaram até o último momento se tornou uma das marcas do evento, retratada em livros e filmes. Duas semanas depois da tragédia, a companhia responsável pela contratação cobrou da família o valor dos botões de metal e das dragonas do uniforme do violonista Jock Hume.

Reprodução
Durante o naufrágio, os músicos mantiveram-se tocando no convés
Durante o naufrágio, os músicos mantiveram-se tocando no convés

Leia trecho de 'Titanic: A História Completa'
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Em "E a Orquestra Continuou Tocando...", o jornalista Christopher Ward, neto de Hume, conta a história do avô e como a tragédia marcou várias gerações da sua e de outras famílias.

Morto aos 21 anos, o músico ia se casar quando retornasse da viagem. Mary Costin, sua noiva, estava grávida.

Com imagens e depoimentos, o livro relata a indiferença corporativa, a discriminação e os acobertamentos que sucederam a viagem malsucedida do luxuoso transatlântico que foi apresentado como um triunfo da tecnologia.

Publicado no Brasil pela editora Lafonte, "E a Orquestra Continuou Tocando..." descreve os preparativos para a viagem e reconstrói características da sociedade do início do século 20.

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" E a Orquestra Continuou Tocando..."
Autor: Christopher Ward
Editora: Lafonte
Páginas: 272
Quanto: R$ 33,00 (preço promocional*)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

* Atenção: Preço válido por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques. Não cumulativo com outras promoções da Livraria da Folha. Em caso de alteração, prevalece o valor apresentado na página do produto.

Texto baseado em informações fornecidas pela editora/distribuidora da obra.

 
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