da Livraria da Folha
Texto baseado em informações fornecidas pela editora da obra.
No dia 27 de janeiro de 1922, um tremor de terra foi sentido em São Paulo. O abalo precede a Semana de Arte Moderna em alguns dias. Para começar "1922 - A Semana que Não Terminou", Marcos Augusto Gonçalves escolheu o inusitado terremoto para narrar o evento cultural que abalou a arte no Brasil. No vídeo abaixo, o autor fala sobre a importância da Semana de 22 e lê trechos do livro. Assista.
Autor fala sobre os mitos da Semana de 22; ouça
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Monte sua estante com livros sobre a Semana de 1922
| Divulgação |
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| Marcos Augusto refaz os passos que culminaram naquela semana |
Realizada no Theatro Municipal de São Paulo, nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922, a Semana reuniu nomes como Mário e Oswald de Andrade, Di Cavalcanti, Villa-Lobos e Anita Malfatti e obras de Victor Brecheret.
O livro, que comemora os 90 anos da Semana, é assinado por Marcos Augusto Gonçalves, organizador do volume "Pós-Tudo: 50 Anos de Cultura na Ilustrada", é editorialista e repórter da Folha.
Publicada pela editora Companhia das Letras, "1922 - A Semana que Não Terminou" abrange mais de 20 anos de história --da virada do século a 1923-- para criar um panorama de causas e consequências dos três dias de festivais.
Além de vasta bibliografia e entrevistas com pesquisadores --Antonio Candido, Augusto de Campos e Aracy Amaral--, o autor ouviu depoimentos gravados de participantes da Semana de 22.
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"1922 - A Semana que Não Terminou"
Autor: Marcos Augusto Gonçalves
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 376
Quanto: R$ 39,00 (preço promocional*)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
* Atenção: Preço válido por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques. Não cumulativo com outras promoções da Livraria da Folha. Em caso de alteração, prevalece o valor apresentado na página do produto.
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