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04/09/2011 - 19h00

J. J. Benitez investiga origem alienígena de Cristo em "O Enviado"

da Livraria da Folha

Divulgação
Jesus e alienígenas aparecem nas teorias do espanhol J. J. Benitez
Jesus e alienígenas aparecem nas teorias do espanhol J. J. Benitez

Mundialmente famoso por sua série de livros "Cavalo de Tróia", que mistura histórias bíblicas com teorias alienígenas, o jornalista e escritor espanhol J. J. Benitez analisa o Santo Sudário, tecido que teria coberto o rosto de Jesus Cristo após sua morte, supostamente marcado com suas feições, em "O Enviado" (Planeta, 2011).

Baseado em pesquisas da Nasa sobre a relíquia religiosa e a possibilidade de ela ter misteriosos traços de radiação, o autor reconstroi a vida dos messias cristão até sua morte na cruz, sempre conciliando ufologia e teologia em suas teorias.

Entre as perguntas que suscita nas reflexões, ele pensa sobre o que seria de fato a estrela de Belém e o que ou quem seriam os anjos que apareciam para Jesus.

Monte sua estante com obras de J. J. Benitez

Leia o primeiro capítulo de "O Enviado".

*

1. Com eles chegou o escândalo

O incrível "escândalo" estourou em uma manhã de setembro de 1977. Os melhores especialistas do mundo no chamado Santo Sudário de Turim haviam se reunido em Londres para participar do primeiro simpósio sobre esse enigmático e polêmico lençol. A assembleia se agrupava sob os auspícios da organização anglicana Institute for Christian Studies. No total, eram cerca de 200 sumidades da ciência moderna, correspondentes estrangeiros, repórteres da televisão londrina e um personagem pequeno, de corpo enxuto - mas não de espírito -, que, ainda por cima, era navarro.

José Luis Carreño Etxeandía - velho missionário nas terras da Ásia, cabeça-dura, segundo suas próprias palavras, como a jumenta de Baal, paupérrimo e um dos homens mais sábios e santos que já conheci - não resistiu à tentação e pediu a palavra no meio do congresso.

Quem estava falando naquele momento era o jovem doutor Eric Jumper, da Academia das Forças Aéreas de Colorado Springs, nos Estados Unidos. Em pé no meio da sala, Carreño, que dedicou seus quase 70 anos de vida ao estudo e à pesquisa do Sudário de Turim, perguntou ao norte-americano:

- Doutor Eric, o senhor deve saber que uma das conclusões mais sólidas da Comissão de Especialistas de Turim é que se deve descartar a hipótese de que as imagens se formaram por contato. Pode nos dizer se seus estudos tridimensionais levam à mesma conclusão?

O jovem cientista, escandindo e parodiando jovialmente as palavras do navarro, replicou:

- Na minha opinião, deve ser absoluta e definitivamente descartada a possibilidade de as imagens do Sudário terem se formado por contato.

Um aplauso ensurdecedor encheu a sala, enquanto o velho missionário murmurava um feliz thank you.

E o "escândalo" não se conteve na garganta dos ilustres agnósticos que assistiam à palestra naquele momento. "Uma imagem tridimensional no lençol conservado em Turim?" "Uma radiação poderosa e desconhecida que saiu do corpo do falecido?" "Mas que monte de insensatez era aquilo que a equipe da Nasa estava dizendo?" "Desde quando um cadáver pode imprimir - praticamente queimar - um lençol?"

A agitação logo alcançou os cinco continentes. Não se tratava de uma afirmação gratuita, fruto da febre ou da imaginação de um cientista. Ao lado do Dr. Eric Jumper, havia uma equipe que foi contando, com a maior simplicidade, o fruto de seus estudos durante os últimos três anos. E, para isso, haviam lançado mão dos mais depurados e sofisticados aparelhos. Um instrumental nascido, curiosamente, à sombra da corrida espacial, da conquista do espaço.

Os norte-americanos se referiam com especial orgulho ao denominado VP-8, um analisador de imagens utilizado para examinar as fotografias que haviam chegado de Marte. Em suas horas livres - com o mesmo entusiasmo de rapazes que constroem um barco -, os capitães, cientistas e especialistas da Nasa usaram esse mesmo VP-8 em uma fotografia de tamanho natural da imagem que aparece no Sudário de Turim. Analisaram as marcas seguindo o mesmo método empregado nas fotos de Marte, ou seja, decompondo-as em milhões de pontinhos microscópicos. E cada ponto foi classificado por três números, que expressavam suas duas coordenadas cartesianas e seu grau de iluminação.

Essa informação - segundo explicaram no congresso de Londres - foi submetida a um computador, que, por fim, reconstruiu a imagem. O resultado foi uma surpreendente revelação: as imagens do Sudário são tridimensionais.

Mas essa descoberta seria só o início de uma longa série de fascinantes e até agora ignorados detalhes da vida, paixão e morte daquele impressionante "homem" chamado Jesus de Nazaré.

*

"O Enviado"
Autor: J. J. Benitez
Editora: Planeta
Páginas: 174
Quanto: R$ 29,90 (preço promocional, por tempo limitado)
Onde comprar: 0800-140090 ou na Livraria da Folha

Atenção: Preço válido por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques. Não cumulativo com outras promoções da Livraria da Folha. Em caso de alteração, prevalece o valor apresentado na página do produto.

 
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