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08/08/2014 - 16h40

Ditadores agem com sutileza no século 21

da Livraria da Folha

Os ditadores estão em constante mutação, defende o jornalista norte-americano William J. Dobson. Numa época em que o confronto entre liberdade e repressão se espalha pelo mundo, regimes autoritários buscam na sutileza um modo de conservar o poder.

Divulgação
Dobson relata uma batalha global entre a liberdade e a repressão que se espalha pelo mundo
Dobson relata uma batalha global entre a liberdade e a repressão

No livro "Escola dos Ditadores", Dobson traça o perfil do novo déspota e examina uma forma refinada de controlar –e até de esconder– a insatisfação dos cidadãos que militam pela liberdade política.

Os ditadores do século 21 dissimulam sua posição em uma legitimidade ilusória, permitindo e estimulando eleições e plebiscitos. Eles manipulam a imprensa, usam com inteligência publicitários e advogados, toleram os críticos que podem controlar e são tecnologicamente astutos.

Editor internacional do site "Slate", Dobson percorreu quatro continentes, testemunhou a Primavera Árabe e reuniu relatos sobre as adaptações das ditaduras no mundo. China, Egito, Malásia, Rússia e Venezuela são alguns dos países visitados pelo autor.

Como as formas coercivas do século 20 se tornaram obsoletas –a intimidação brutal foi substituída por uma forma menos explícita–, os verdadeiros opositores, aqueles que desafiam os governos, também se adaptaram. O livro conta a história de alguns desses "inimigos de Estado".

"Escola dos Ditadores", publicado originalmente nos EUA com o título "The Dictator's Learning Curve: Inside the Global Struggle for Democracy", em 2012, traz apresentação de Mac Margolis, colunista de "O Estado de São Paulo", e a tradução de Gilberto D. Nascimento.

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ESCOLA DOS DITADORES
AUTOR William J. Dobson
EDITORA Via Leitura
QUANTO R$ 49,90 (preço promocional*)

* Atenção: Preço válido por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques.

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