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04/04/2014 - 17h21

Historiadora retrata a condição das mulheres e o amor livre na URSS pós-revolução

da Livraria da Folha

Wendy Goldman, historiadora especializada em estudos sobre a Rússia e a União Soviética, examina o impacto das mudanças sociais para a mulher soviética após a Revolução de 1917 no livro "As Mulheres, o Estado e a Revolução".

Divulgação
Retrata as experiências da libertação da mulher e do amor livre na URSS
Retrata as experiências da libertação da mulher na URSS

"Em uma cultura patriarcal, os pais exerciam um controle tremendo sobre as mães e as crianças", diz. "Os bolcheviques queriam abolir esse controle, em favor dos direitos do indivíduo, do ser humano".

Segundo Goldman, os bolcheviques debateram o amor livre e propunham a substituição do trabalho não remunerado de mães e esposas por serviços comunitários.

"[Lênin] argumentava que 'a verdadeira emancipação das mulheres' deve incluir não somente igualdade legal, mas também 'a transformação integral' do trabalho doméstico em trabalho socializado", escreve a autora.

No entanto, a experiência da libertação da mulher na URSS foi barrada quando a burocracia stalinista entrou em cena, com Stalin protegendo a ideia de "volta ao lar".

No Brasil, "As Mulheres, o Estado e a Revolução" tem lançamento previsto para o dia 10 deste mês. Em 19, 20 e 21 de maio, Goldman estará em um ciclo de conferências em Campinas, São Paulo e Rio.

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AS MULHERES, O ESTADO E A REVOLUÇÃO
AUTOR Wendy Goldman
EDITORA Boitempo Editorial
QUANTO R$ 39,90 (preço promocional*)

* Atenção: Preço válido por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques.

 
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